Os títulos privados são produtos de renda fixa emitidos por instituições privadas, como: bancos, empresas, financeiras etc. São uma opção de investimento que agrada muito quem tem um perfil mais conservador.  Explicando de uma forma mais simples, podemos considerar que esses investimentos funcionam como um “empréstimo”. Aqui, o investidor acaba emprestando seu dinheiro para uma

Os títulos privados são produtos de renda fixa emitidos por instituições privadas, como: bancos, empresas, financeiras etc. São uma opção de investimento que agrada muito quem tem um perfil mais conservador. 

Explicando de uma forma mais simples, podemos considerar que esses investimentos funcionam como um “empréstimo”. Aqui, o investidor acaba emprestando seu dinheiro para uma empresa privada.

É claro que, como em todo empréstimo, aquele que é o credor tem uma “recompensa”. Nesse caso, por estar emprestando o dinheiro, o investidor  recebe um retorno com juros. Dependendo do tipo de título privado, da empresa que está recebendo e do prazo, essa bonificação varia.

Depois de entender o que são títulos privados, é importante que você conheça um pouco os principais deles.

Quais são os tipos de títulos privados? 

A seguir, listamos 4 exemplos de títulos emitidos pela iniciativa privada. Confira! 

1. Debênture

Ao investir nos títulos privados de renda fixa, você acaba emprestando o dinheiro para um banco ou para uma empresa privada, certo? 

Diante disso, investir em debêntures é uma forma de emprestar o seu dinheiro para uma empresa. Nesse caso, você estará investindo em títulos de dívidas dessa determinada companhia.

Hoje em dia, ao analisar títulos de debêntures, vemos diversas oportunidades. E, cada uma, tem uma taxa de juros, bem como outras particularidades.

2. LCI e LCA

Saindo das debêntures, partiremos agora para os investimentos em LCI e LCA. Essas siglas, que significam Letra de Crédito Imobiliário e do Agronegócio, são outras formas  de investir em títulos privados de renda fixa.

Ainda assim, diferente das debêntures, os títulos de LCI e LCA são emitidos para uso de forma exclusiva pelos setores imobiliário ou agro. É importante destacar que este é um investimento garantido pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC).

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3. CDB

CDB ou Certificado de Depósito Bancário é outro tipo de investimento em renda fixa em que o investidor  empresta o dinheiro para os bancos. Dessa forma, assim como todos os outrosque falamos até agora, quem investe em CDB ganha um determinado juros sobre o investimento.

Em relação aos prazos, os CDBs têm uma boa diversificação. Logo, você tanto encontrará CDBs de liquidez diária, quanto aqueles com prazos mais longos – tudo dependerá do seu perfil como investidor e do objetivo da aplicação.

4. CRI e CRA

O CRI e o CRA (Certificado de Recebíveis Imobiliários e do Agronegócio) são títulos que possuem lastro. Ou seja, isso garante que o investimento de fato tem valor de mercado. E mais: uma grande vantagem  é que esse tipo de título é  isento de Imposto de Renda.

Fonte: Canva Pro

Essa forma de investimento não tem a proteção do FGC. Por isso, é essencial ficar atento e conhecer bem o histórico do título que está investindo.

 

Você possui um perfil mais arrojado e gosta de diversificar nos investimentos? Então, não perca esse artigo: Tudo sobre o que é NFTs – como criar, comprar e vender esses ativos digitais.

 

Fonte: Canva Pro

O que são títulos públicos? E qual a diferença para os privados?

Depois de falar dos títulos privados e os seus principais investimentos, entraremos agora nos títulos públicos.

Para quem tem mais afinidade com renda fixa, com certeza esses são títulos mais conhecidos. Primeiro de tudo, assim como fizemos anteriormente, é importante falar um pouco sobre o conceito.

Os títulos públicos de renda fixa são emitidos pelo Governo Federal, por meio do Tesouro Direto. Neste caso, diferente dos títulos privados, que são emitidos por empresas privadas, aqui você estará emprestando dinheiro para o governo.

À vista disso, conheça agora os principais títulos públicos de  renda fixa que temos acesso hoje em dia:

1. Tesouro Direto – Selic

Quando falamos em renda fixa, não há como negar que um dos investimentos mais conhecidos é o de Tesouro Direto ligado à taxa Selic.

Investindo neste título, o seu retorno dependerá da taxa básica de juros, a Taxa Selic. Este é um investimento que costuma ser muito buscado por ser considerado acessível.

No momento em que este conteúdo está sendo produzido, o valor mínimo para investir no Tesouro Direto está em torno de R$ 30,00. Logo, podemos considerar que este é um investimento que atende a muitas pessoas.

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2. Tesouro Direto – Prefixado

Um outro investimento em Tesouro Direto que é muito buscado é o investimento prefixado. Diferente do primeiro tipo, aqui você estará fazendo um investimento com uma taxa de juros fixa.

Acreditamos que este é um investimento interessante para quem não gosta de variações e quer ter uma noção exata de quanto vai ganhar. Se este for o seu caso, talvez este seja um investimento vantajoso para você.

Vai investir? Então entenda: O que é Taxa Selic? Como ela impacta os investimentos?

Como escolher o melhor título para investir?

Após entender o que são os títulos públicos e privados, chegou a hora de  escolher o melhor para você. E isso tem a ver com seu perfil e os objetivos de uso dos recursos.

Antes de mais nada, é importante que você entenda qual é o seu perfil como investidor. Assim, pode-se descobrir quais são os tipos de investimentos que mais se alinham com ele.

Para as pessoas que buscam investimentos mais seguros e garantidos, aqueles títulos com taxa de juros prefixada se alinham bem. Nesse ponto, talvez seja interessante olhar para os títulos públicos.

Agora, para quem busca por oportunidades mais arrojadas, pode ser mais interessante olhar para títulos privados. Principalmente as debêntures que têm retornos atrativos.

Com isso em mente, cabe uma análise do quanto você está disposto a arriscar e se isso tem a ver com o seu perfil de investimento. Em paralelo, considere também esses pontos:

  • seu objetivo com o investimento;
  • o tempo em que você quer manter o dinheiro aplicado;
  • os encargos, taxas e impostos envolvidos na operação;
  • cobertura do FGC e risco do título;
  • se atende ao critério de diversificação de carteira.

Após considerar todos esses pontos, você poderá escolher de forma assertiva se vai investir em títulos públicos ou privados.

Ainda está em dúvida sobre seu perfil de investidor? Então leia:

5 dicas dos maiores investidores brasileiros para encontrar seu estilo de investir!

 

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