Compras on-line, aulas EAD e trabalho home office foram algumas das mudanças trazidas durante a pandemia

O ano era 2020, quando um novo vírus passou a circular no Brasil e no mundo. O que, a princípio, causaria apenas mudanças sanitárias, passou a ditar os modos de trabalhar, de se relacionar e de consumir até os dias atuais.

Os carrinhos de compras foram substituídos pelo supermercado on-line, o escritório passou a ser uma tela de computador dentro de casa, e os relacionamentos passaram a se resumir em mensagens, ligações e chamadas de vídeo.

Com o início da flexibilização das medidas contra a COVID-19, alguns hábitos voltaram ao normal, enquanto outras adaptações vieram para ficar, construindo o que se tornou, popularmente, o “novo normal”.

O novo normal

Esse é um termo que se tornou popular para descrever a realidade após a retomada das atividades pausadas durante a pandemia. Depois de assistir a milhares de perdas, ao cancelamento de grandes eventos e de presenciar a força que um vírus pode ter, é necessário repensar o modo de ser e estar no mundo, construindo novos parâmetros de normalidade.

O novo normal não funciona apenas no âmbito da saúde e do saneamento, nos quais os cuidados vieram para ficar. Esse processo influencia também os modos de trabalho, de consumo, de estudo e de se relacionar com o outro, como veremos a seguir.

Adaptações que vieram para ficar

Seja pela praticidade, economia ou maior qualidade de vida, algumas adaptações adquiridas durante a pandemia vieram para ficar, mostrando que a união entre tecnologia e as atividades do dia a dia pode trazer um resultado positivo.

Home office

Uma das primeiras mudanças feitas como reflexo da pandemia foi a adesão ao home office, um sistema de trabalho que permite que os funcionários prestem os seus serviços de forma remota, dentro de casa.

Mesmo após a flexibilização, esse é um modelo que promete se estender, junto ao modelo híbrido, trazendo maior qualidade de vida aos funcionários e a redução dos gastos com a manutenção das empresas.

Compra e venda

As compras on-line já eram uma realidade antes mesmo de a COVID-19 surgir no mundo. Entretanto, com as restrições de circulação geradas pela pandemia, esse modelo de compra e venda se tornou mais popular, atraindo consumidores para nichos que, antes, não se mostravam tão populares.

É nesse contexto que farmácias, supermercados e pet shops passam a atender de maneira 100% digital, possibilitando que os clientes adquiram produtos essenciais e de qualidade sem sair de casa.

No novo normal, esse modelo de compras deve se manter, mostrando-se como uma alternativa para quem deseja otimizar o tempo no dia a dia e para quem deseja empreender no universo digital.

Aulas EaD

O EaD também não é novidade, mas ganhou espaço amplo após a chegada da pandemia no Brasil. Se era comum ver apenas algumas instituições de ensino oferecendo aulas a distância, agora esse modelo passa a atingir todos os níveis de aprendizado nas mais diferentes áreas do saber.

As principais vantagens da adesão ao modelo são a economia e a praticidade. Com gastos reduzidos na manutenção de um ambiente físico, as instituições conseguem oferecer cursos a valores mais acessíveis, enquanto a eliminação do deslocamento ajuda o estudante a economizar tempo e recursos financeiros.

Novas relações no novo normal

A pandemia também trouxe mudanças nas relações, sejam elas namoros, amizades ou até mesmo relações familiares. Se o conceito de estar junto era atrelado à presença física, agora é possível transportar essas relações ao universo digital.

Aplicativos de relacionamento, mensagens instantâneas e chamadas de vídeo se tornaram populares nos últimos 2 anos, apresentando-se como uma solução para quem deseja estar perto, mesmo geograficamente longe. A tendência é de que esses recursos continuem a pautar relações, estreitando ainda mais as barreiras da distância, seja ela voluntária ou não.

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