Como funciona a coparticipação em plano de saúde nas PMEs? Vale o custo-benefício? Descubra como agir diante da proposta de uma operadora.

A coparticipação em planos de saúde tem conquistado o mundo corporativo nos últimos anos. O modelo adotado por pequenas e médias empresas visa o melhor custo-benefício para empresários e seus colaboradores. Para se ter uma ideia, 74% das empresas brasileiras já utilizam o recurso, segundo a pesquisa da Mercer Marsh Benefícios

No entanto, o formato ainda causa transtornos no mercado trabalhista. São recorrentes dúvidas como quando vale a pena contratar a coparticipação em PME, os tipos acessíveis de consulta nessa modalidade e se o usuário, de fato, economiza na mensalidade. Por isso, neste artigo, vamos deixar claro como funciona a coparticipação em plano de saúde e se vale a pena o investimento.

O que é coparticipação em plano de saúde? 

A coparticipação nada mais é do que o próprio usuário acordar com o convênio um valor reduzido na mensalidade e ele paga por cada procedimento realizado que chega na próxima fatura. 

De acordo com a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), o valor da coparticipação não pode ser superior a 40% das consultas e exames, o que facilita nas negociações entre as empresas e as operadoras. 

Talvez este seja um dos motivos que motivaram os empregados a contratarem planos de saúde. Em uma pesquisa realizada pela Metlife constatou que 73% dos funcionários brasileiros estariam dispostos a pagar uma parte dos seus gastos com saúde. 

Como funciona a coparticipação em plano de saúde nas pequenas e médias empresas?

Os pequenos e médios negócios contam com privilégio no número de beneficiários, como a possibilidade de no mínimo dois funcionários, norma sugerida por algumas operadoras. Por outro lado, a coparticipação também agrega uma parceria entre a empresa e seus colaboradores com o intuito de aprimorar aspectos como produtividade e organização em finanças pessoais. 

Como o pagamento é realizado um mês após a consulta, o usuário tem a chance de avaliar os tipos de procedimentos que necessita, e assim colocar em ordem as despesas com atendimento médico.

Nesse sentido, uma boa dica é, antes da assinatura do contrato, calcular o rendimento por 12 meses sequentes. Por exemplo, se a mensalidade custa R$ 100 e a taxa de coparticipação por uso for de R$ 30, multiplique durante um ano o valor total e compare quanto custaria sem a coparticipação nas mesmas condições. 

A simulação fará o empregado perceber que talvez a coparticipação não seja tão interessante para ele se o costume é ir ao médico com frequência para realizar exames longos. Essa prática leva ao consumo além do esperado, somado à mensalidade do plano de saúde. 

Programas de saúde preventivo

Um bom empresário que se preze deve pensar no desempenho físico e mental dos seus funcionários quando se trata de convênio médico.   

Um programa de saúde preventivo é o ideal para estimular o autoconhecimento, por isso, investir em palestras e atividades voltadas à prática de atividade física, à alimentação correta e à procura por terapias e tratamentos motivacionais são algumas das vantagens já usadas entre as empresas. Incentivado, o colaborador diminui os gastos em atendimento médico e possivelmente vai reforçar a produtividade profissional e o próprio bem-estar.

Outro ponto em questão é a clareza das informações. As PMES contam com o apoio da ANS que fiscaliza se as operadoras estão seguindo corretamente as regras estabelecidas. É obrigatório que o convênio médico divulgue para os clientes informações como data de contratação do plano, início de cobertura, prazos de carência para cada procedimento, tipos de acomodação, área geográfica de atendimento, campo de dúvidas e denúncias.

Pronto socorro

Nos atendimentos realizados no pronto socorro, a ANS decretou que só poderá ser cobrado valor fixo e único, sem ultrapassar a quantia de 50% do valor da mensalidade. A regra vale independentemente da quantidade de consultas e do tipo de procedimento.

Quando os planos com mensalidade fixa valem mais a pena? 

Como já vimos como funciona a coparticipação em plano de saúde para as empresas que adotam esse tipo de contrato, sabemos que o modelo não é aceitável para todos os casos. Por isso, os planos com valor fixo seguem como melhor opção por ter apenas o reajuste anual ou faixa etária como alteração orçamentária. Dentro do pacote, o beneficiário terá direito a infinitas consultas, exames e procedimentos sem gastos adicionais. 

Esse modo de contrato pode ser indicado para quem tem crianças e idosos em casa, ambos com tendência a usar com mais frequência os serviços médicos. 

Atendimentos isentos de cobrança coparticipativa

Consultas

  • quatro por ano realizadas com médico generalista: pediatria, clínica geral, médico de família, geriatria, ginecologia.

Exames preventivos

  • mamografia em mulheres de 40 a 69 anos (1 exame a cada 2 anos);
  • sangue nas fezes e colonoscopia em adultos (1 exame ao ano);
  • glicemia de jejum (1 exame ao ano para pacientes acima dos 50 anos);
  • Teste HIV e Sífilis (1 exame ao ano).

Tratamentos crônicos

  • sem limite de número para hemodiálise, radioterapia e quimioterapia, hemoterapia crônica, por exemplo.

Exames pré-natal

  • Sorologia para sífilis, Hepatites e HIV, cultura de urina, pelo menos três exames de ultrassonografia, dez consultas de obstetrícia e outros.

Exames neonatal

  • Teste do pezinho, da orelhinha, do olhinho e do coraçãozinho.

Assista ao vídeo abaixo e saiba mais sobre como funciona a coparticipação em plano de saúde e quando não há necessidade:

Em resumo, a coparticipação pode ser proveitosa, principalmente para o empresário que procura eliminar gastos excessivos, além de contribuir com o bem-estar dos funcionários. Como é preciso ter cautela para escolher o plano de saúde certo, uma corretora de seguros focada em ajudar os seus clientes fará a diferença na decisão. 

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