Entenda por que controlar o custo operacional do plano de saúde é uma jogada favorável para sua empresa e para os seus funcionários

Uma pesquisa realizada pelo (SPC) Serviço de Proteção ao Crédito e pelo CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) aponta que quase 70% das pessoas não possuem serviço médico particular, embora muitos funcionários gostariam de ter um acompanhamento fora do Sistema Único de Saúde. Para as pequenas e médias empresas, o custo operacional do plano de saúde ainda é uma incógnita que as levam a refletir se vale a pena ou não o investimento.

Vale destacar que este é o terceiro bem mais desejado pelas pessoas, ficando atrás apenas da educação e da casa própria. Conforme pesquisa do IBOPE divulgada pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar), 86% consideram importante um plano de saúde.

Mas, de fato, quais são os critérios para contratar um plano de saúde empresarial? Existe acordo promocional entre a empresa e a operadora? Por isso, separamos 4 dicas para você controlar o custo operacional do plano de saúde na sua empresa. Neste artigo você também irá encontrar:

  • Quanto custa um plano por beneficiário;
  • Como calcular o reajuste da mensalidade. 

E muito mais. 

Quanto custa ter um plano de saúde nas pequenas e médias empresas?

Os gastos com convênio médico variam pela quantidade de funcionários, serviços e rede de hospitais. Nos últimos anos, houve um aumento considerável na folha de pagamento dos empreendedores. De acordo com a Pesquisa da Mercer Marsh Benefícios, o valor médio per capita por beneficiário chegou a R$395,18, um aumento anual significativo de 10%.

Esses dados mostram a necessidade de observar os critérios antes de implementar um plano de saúde nas empresas. Por isso, a instituição precisa ficar atenta a alguns fatores primordiais antes de escolher a operadora:

Faixa etária

Quanto maior a idade, mais alto é o preço da mensalidade. Regulamentada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), a idade é uma base para o reajuste anual, onde se contabiliza um aumento de 4 em 4 anos. Entende-se também que quanto maior a faixa etária, mais alto será o valor do plano.

Dependentes 

Quando há um quadro de dependentes por titular, o custo operacional do plano de saúde também pode ser alto, em vista da idade e da frequência de uso.

Gênero

Existem serviços médicos específicos para homens e outros para mulheres. Por exemplo, cuidados de pré-natal e maternidade são indispensáveis para empresas com mais de 30% de funcionárias ou dependentes do sexo feminino.

Doentes crônicos

Colaboradores que sofrem de enfermidades como diabetes, hipertensão e bronquite devem estar na lista de prioridade na hora de contabilizar o custo operacional do plano de saúde, além de verificar se os planos suportam pessoas com essas características.

Abrangência geográfica

Analise onde os funcionários moram e se o convênio abrange a região. Este ponto tem um detalhe interessante: a regularidade das viagens de funcionários e dos sócios impacta na localidade. Um plano com abrangência nacional talvez seja a alternativa mais adequada e, dependendo do número de funcionários, mais em conta.

Acomodação

Em caso de internação, opta-se por enfermaria ou apartamento. A diferença é que na enfermaria o quarto é dividido com no máximo três pacientes; no apartamento, não é necessário dividir o ambiente com outras pessoas. Por isso, a privacidade tem um custo mais elevado.

Como é calculado o reajuste da mensalidade?

O índice de sinistralidade é um dos principais dados de contagem para o fechamento do valor no boleto mensal. A sinistralidade corresponde a uma taxa baseada nos gastos do colaborador dividido pelo acordado com a empresa. Notificado no contrato com a operadora, esse encargo só será incluído no valor mensal quando o funcionário ultrapassa o limite de 70% referente ao serviço médico.

Imagine então que, mesmo que uma empresa conte com poucos funcionários mas se eles realizam tratamentos caros, inevitavelmente os gastos serão um problema no momento de fechar as finanças.

Leia também: Reajuste de plano de saúde: como as pequenas e médias empresas devem se organizar

4 dicas para controlar o custo operacional com o plano de saúde

1. Funcionário arca com a metade

Eventualmente as empresas pagam 100% do plano de saúde dos seus colaboradores, mas é muito comum que haja um acordo para que ambas as partes contribuam com a metade cada.

Conforme a lei 9656/98 da ANS, específica para planos e seguradoras de saúde, as operadoras seguem um padrão justo em benefício do trabalhador e da empresa, sem a intenção de impor um valor abusivo que prejudique o relacionamento com a empresa e com o consumidor.

Na mesma conjuntura, o art. 462 da CLT não exige um valor acertado para ser abatido do contracheque do funcionário, mas frisa que o empregado não pode receber menos do que 30% do salário bruto por mês relacionado aos descontos habituais, como plano de saúde, alimentação, transporte, entre outros.

2. Acompanhamento dos gastos médicos

Para saber quanto os funcionários gastam com serviços médicos, a empresa pode solicitar um relatório periódico à operadora para viabilizar as consultas mais frequentes. Assim, a empresa estudará a possibilidade de efetuar um plano mais confortável economicamente para o próprio bolso, como também programas de qualidade de vida.

3. Programas de bem-estar 

Uma fórmula benéfica que diminui o índice de absenteísmo é a inclusão de programas de qualidade de vida, que visa o funcionário a se interessar em praticar atividade física e, assim, acabar com o sedentarismo.

Entra também no ciclo o acompanhamento nutricional para estimular o consumo de alimentos saudáveis, além disso, esse movimento une os funcionários, fortalecendo a saúde mental, o aumento da produtividade e o autodesenvolvimento profissional.

4. Negociar com a operadora é uma boa saída

Como o reajuste dos planos de saúde fica a cargo das operadoras, elas não costumam informar os detalhes da conta final. Portanto, esclareça com ela para onde irão os principais gastos dos seus funcionários com o serviço. Conforme o resultado, negocie descontos e mensalidades favoráveis que caibam no bolso de todos.

Confira a entrevista com Michel Wajs, da Proativa, e saiba como empresas podem ajudar na saúde física e mental de seus funcionários

 

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