Saiba como diminuir o índice de sinistralidade sem mudar de convênio médico e entenda como é calculada a taxa pelas operadoras.

O aumento nos planos de saúde tem mexido com o bolso dos beneficiários que usam o serviço médico com frequência. Esse boom no orçamento tem como grande fator a taxa de sinistralidade do plano de saúde empresarial.

Somente nos últimos cinco anos, as despesas com plano de saúde passaram de R$ 105 para R$ 179 bilhões, um crescimento de 70,8%, conforme a mostra divulgada no IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar). 

A pandemia do Covid-19 ajudou a desestabilizar as pequenas e médias empresas desde que o reajuste anual suspenso de 2020, autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), caísse nos boletos dos conveniados em 2021. 

Apesar do índice de sinistralidade impactar tanto no final do mês para os beneficiários, é possível reverter este quadro com algumas iniciativas. Neste artigo selecionamos 4 formas de como você pode diminuir o sinistro sem precisar trocar de plano da operadora. Vamos lá?

Como é calculada a sinistralidade do plano de saúde empresarial?

A sinistralidade nada mais é do que a relação entre os procedimentos realizados pelos beneficiários e seus dependentes e o valor pago pela empresa pelo plano de saúde, o que chamamos de prêmio. Multiplica-se então por 100 para chegar ao percentual total. 

É possível considerar esse cálculo como um imposto vinculado no contrato do plano de saúde para a empresa. A partir do aniversário do documento, a cada 12 meses pode-se mudar o índice estipulado.

Nessa lógica, existe o que chamamos de “break-even”, um ponto de equilíbrio para chegar ao índice de sinistralidade. Essa medida reflete em um percentual médio previsto pelas operadoras que aqui no Brasil corresponde a 70%. Caso passe do limite, o reajuste deve ser notificado no contrato.  

4 passos para diminuir a taxa de sinistralidade do plano de saúde empresarial

Programa de bem-estar

Um sinistro é acionado quando se usa o plano de saúde. Logo, as empresas de pequeno e médio porte têm prevenido seus funcionários quanto a aplicação desnecessária do convênio por meio de programas de incentivo.

Por ser uma tática cada vez mais dinâmica no mundo corporativo, já ganhou boa aceitação entre os colaboradores. De acordo com o relatório de Tendências Globais de Capital Humano de 2018, 43% das empresas acreditam que os programas de bem-estar ajudam a reforçar a missão e visão entre as equipes.

Neste modelo de conscientização, os empreendedores apostam em palestras voltadas ao estímulo da prática de atividade física em grupo ou individual, em consultas com nutricionistas sobre alimentação saudável, em conversas com especialistas sobre diabetes, hipertensão, problemas cardíacos e doenças que necessitam de tratamentos mais longos, como o câncer.

Clima relaxante entre os colegas

A depressão permanece como um dos fatores mais preocupantes na sociedade. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o Brasil é o segundo maior país com número de depressivos. Então por que não evitar o quanto antes dentro do ambiente de trabalho?

Além dos programas de incentivo, o empreendedor precisa cuidar do clima organizacional aproximando-se do funcionário para que ele se sinta parte integrante e aumente a produtividade. Com o serviço home office cada vez mais em alta no modelo trabalhista, reuniões em videoconferências também ajudam a fugir das enfermidades.

Controle de relatório

Acompanhar os relatórios gerenciais são fundamentais e ajudam a prevenir de onde surgem os gastos excessivos com o plano de saúde. O setor de Recursos Humanos precisa ficar atento sobre os números para que a companhia não entre no vermelho.

Consequentemente, é muito comum que as empresas prestem atenção no sinistro somente no momento da renovação de contrato. Essa atitude descomprometida deve ser revertida, por isso, a solução é acompanhar os trâmites frequentemente.  

Aviso aos dependentes

Os beneficiários dependentes usam o plano de saúde igual ou até mais do que os titulares, sendo assim, eles também precisam estar cientes dos custos gerados pela sinistralidade e entender sobre a quantidade de uso dos serviços médicos.

Como a lei entende a taxa de sinistralidade?

As instituições precisam ficar alerta sobre a taxa de sinistralidade do plano de saúde empresarial, pois algumas determinações podem ser prejudiciais quando não suficientemente claras.

Por exemplo, no art.763 do Código Civil (2002), insere-se que o segurado não terá direito a indenização se estiver com atraso no pagamento do prêmio e se ocorrer o sinistro antes da liberação da dívida. 

Atento a isso, preste atenção em algumas medidas importantes:

  • Qualquer reajuste da taxa de sinistralidade deve estar descrita no contrato;
  • A cláusula precisa permanecer clara e de fácil compreensão para a empresa. Por isso, tire todas as dúvidas antes de acordar com a operadora;
  • O reajuste deve manter-se de acordo com os índices brasileiros. Como vimos anteriormente, a taxa de sinistralidade tem taxa média de até 70%.

Confira a entrevista com Michel Wajs, da Proativa, sobre como as empresas podem ajudar na saúde mental e física dos seus funcionários:

 

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